Dançaterapia

Professora Jara Faciole em aula com os membros do Cive e os alunos da turma 66 do Senac Santo André

Professora Jara Faciole em aula com os membros do Cive e os alunos da turma 66 do Senac Santo André

A Dançaterapia é uma metodologia desenvolvida pela bailarina argentina María Fux. Trata-se de uma disciplina não verbal, que através do movimento e de um percurso dirigido se utiliza de diferentes estímulos para fazer aflorar a criatividade, despertar as áreas internas que estão adormecidas, gerando mudanças físicas, sensoriais e psíquicas.
“O Corpo Humano é naturalmente predisposto ao movimento. Nossa pele, nossos músculos e a nossa estrutura óssea são um convite constante à Dança…” (Pio Campo). A grande vantagem da Dançaterapia é que crianças, jovens, adultos e idosos podem participar, sem nenhuma restrição, inclusive pessoas com limitações físicas ou psíquicas.
Nosso trabalho na ONG CIVE há mais de 2 (dois) anos tem sido o de despertar os potenciais latentes e ampliar a sensibilização de cada participante através da dança em conexão com a música, dos estímulos, tais como: tecidos, elásticos, papel ou mesmo palavras “mãe”, vibrações, imagens etc.
“Tudo o que fazemos está ligado a um movimento livre e verdadeiro. Um movimento que brota naturalmente e que fala por si só” – diz a Professora Silvana Jara Faciole. “Não existe certo, nem errado, existe a vivência de cada um, num constante despertar – cada um vai pelo seu caminho! A Dançaterapia ajuda a lidar com a ansiedade e vai melhorando a qualidade de vida das pessoas, afastando a ideia do ‘Não Posso’, ‘Não Consigo’ e predispondo o indivíduo a buscar o ‘Sim, eu posso’, mesmo que inconscientemente – completa a Professora.
Cada um desperta a seu tempo, em seu momento! Não adianta obrigá-los a participar, mas convidá-los a ingressar numa viagem contagiante. Neste sentido, o papel da condutora é trazer no seu movimento a clareza e a profundidade de uma experiência que vai crescendo, se espalhando e ultrapassando os limites da aceitação e da rejeição de cada um. Este respeito e a confiança gerada tem alimentado o relacionamento com o grupo e sua mudança gradual.

Silvana Jara Faciole
Professora Silvana Jara Faciole
Autora em “Eu sem Fronteiras

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